sexta-feira, 15 de junho de 2012

Audi Shark- visualizando melhor

tomara que seja assim no futuro, ou melhor, agora rsrsrsrs!!!

Bentley Speed 8 correndo

mas como corre!!!

Prototipo Audi Shark

Audi Shark




Nós finalmente encontramos algo que queremos mais do que um Audi R8 FSI, e isso nos dá esperança de que possamos um dia passeio de algo semelhante a um speeder imperial bicicleta.O conceito Audi Shark é a entrada de vencer 26-year-old Kazim Doku em uma competição de design (. Pdf) co-patrocinado pela Audi e Milão Domus Academy. E enquanto o tubarão pode usar o crachá de quatro anéis da Audi, não é um carro, mas um hovercraft. Ainda assim, você pode ver alguns elementos familiares de estilo Walter de'Silva do signauture, algo Doku nos disse que ele tentou imitar na concepção do Tubarão."Refletindo linhas limpas e perfeitas da Audi, eu projetei um carro esporte super," Doku disse ao site Wired.com. De fato. Olhando para o Tubarão, é fácil vislumbrar o, R8 e TT S5, mas com um toque ultra-moderno.Doku diz que a posição de condução é semelhante ao de uma motocicleta ", mas com a segurança de um carro." Luzes LED saído da caixa de peças S5, mas a cabine de vidro traseiro com dobradiças e folhas de ar saído do futuro. Agradecemos também os espelhos retrovisores laterais, um must quando deslizar sobre estradas a uma velocidade vertiginosa.O jovem turco (na verdade - ele vive em Izmir, Turquia) já conquistou três outros prêmios de design automotivo, que é notável, considerando a carência de uma indústria automotiva em seu país de origem.Doku credita seu sucesso a um amor ao longo da vida do projeto do carro e "ver a indústria automotiva [e] levando os projetos para a tela do computador." Seus conceitos anteriores premiado incluem o tecido de pele Peugeot Ustuminki, que foi finalista no Concurso de Design Peugeot 2007, e primeiro prêmio no concurso da Turquia Ototrend de um conceito não-doored chamado KA-Design.Embora o primeiro prémio no concurso de design Audi era uma bolsa de 70 por cento para a Academia Domus, Doku diz que não pode pagar o saldo e retirou sua candidatura para o programa de Mestrado em Design Automotivo. Isso é uma vergonha, porque este tubarão tem alguma mordida.

Bentley Speed 8- um carro impressionante





Bentley Speed 8 (desenvolvido a partir do Bentley EXP Speed 8) foi um carro de corrida, participante da classe Le Mans Prototype sendo desenhado por Peter Elleray, para as 24 Horas de Le Mans. O protótipo EXP Speed 8 estreou em 2001,enquanto que o Speed 8 estreou em 2003. O protótipo, possuí uma forte semelhança com Audi R8C, que havia corrido apenas uma vez antes da Audi deixar o projeto para focar a sua atenção ao Audi R8. O EXP Speed 8 marcou o retorno da Bentley à corrida depois de 73 anos de ausência.

[editar]Desenvolvimento

O design, desenvolvimento e fabricação de Bentley foi feito pela equipe , Racing Technology Norfolk (RTN), localizada em Norfolk, Reino Unido.O designer-chefe era Pedro Elleray. O motor do Audi R8, um 3,6 litros V8 turbo, foi utilizado como gerador de potência inicial, do Bentley EXP Speed 8 em 2001. A caixa de seis velocidades foi desenvolvida pela Xtrac.A Bentley também optou por correr com pneus Dunlop em vez da Michelin utilizada pela Audi.Na sequência do seu primeiro ano de competição, o motor Audi V8 foi modificada para melhor atender o EXP Speed 8. Este viu o motor ampliado para 4,0 litros, produzindo cerca de 600 hp. Isso acabaria por levar a Bentley a redesenhar o carro para 2003, levando à mudança de nome para simplesmente Speed 8. A extremidade dianteira fixa foi substituída por uma caixa de acidente levantadas por um nariz, enquanto corria vales profundos entre o nariz e pára-lamas. Isto exigia a adição de uma carroçaria horizontal grande entre o nariz e pára-lamas para envolver os braços de suspensão do Speed 8. O cockpit também seria reduzida para permitir um melhor fluxo de ar para a asa traseira. A Bentley decidiu retornar aos pneus Michelin para a sua campanha de 2003.

[editar]História

Em 2001, Bentley voltou as 24 Horas de Le Mans, depois de um vazio de 73 anos, por uma campanha planejada três anos antes com o EXP Speed 8 de cockpit fechado participante da classe LMGTP. Durante sua execução, o Bentley EXP Speed 8 era o único carro a correr na classe LMGTP. Dois carros foram inscritos, com um terceiro lugar ganhando por trás de um par de Audi R8s. O outro carro, infelizmente, se aposentou depois de uma corrida na chuva forte, devido a um incêndio que causou o condutor a abandonar o carro. A Bentley retornou em 2002, usando um novo motor. Novamente o carro obteve um ótimo desempenho, somente ficando atrás do trio de Audi R8.
Para 2003, a Bentley decidiu que exigiria uma análise concorrencial, a fim de se preparar para uma vitória total em Le Mans. O par de carros novos foram, portanto, inscritos no American Le Mans Series e nas 12 Horas de Sebring. Apesar de ter que começar na parte de trás do grid devido a uma infração das regras, na qualificação, os dois carros rapidamente fizeram seu caminho através do grid. No final o Bentley Speed 8 acabou ficando em 4º lugar, somente atrás dos protótipos da Audi.
Voltando ao Le Mans com a ajuda da equipe Joest Racing, um Bentley largou na pole position. Como nenhuma equipe trabalhou nos Audi participantes, os dois carros foram capazes de liderar quase todo o evento, com a entrada do Bentley Speed 8 # 7 à frente do # 8, que teve alguns problemas elétricos durante a corrida. Depois de 377 voltas, o Bentley Speed 8 #7 recebeu a bandeira quadriculada, seguido pelo Bentley Speed 8 #8. Isso ajudou a dar ao grupo Volkswagen a sua quarta vitória consecutiva em Le Mans, divididos entre a Audi e a Bentley.
Na sequência de Le Mans a Bentley finalizou o projeto do Speed 8, sendo que os mesmos nunca mais correram. Logo após a corrida de Le Mans de 2001, os chassis 2 e 3 foram vendidos para um colecionador japonês. Posteriormente, foi vendida a um colecionador americano, onde permanece até hoje.

Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bentley_Speed_8

terça-feira, 3 de abril de 2012

Pagani

Pagani

Você saberia responder o que faz do PAGANI ZONDA o carro mais exclusivo do planeta? Na concepção de seu criador, o designer Horacio Pagani, o superesportivo não é apenas um automóvel. É mais que um objeto de desejo, cuja concepção é a síntese do estado da arte, ao reunir a mais avançada tecnologia dos carros de corrida, design, requinte em cada detalhe e exclusividade, na medida em que apenas 25 unidades são montadas por ano, uma diferente da outra na combinação de acabamentos.

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A história

O maior sonho de Horacio Raul Pagani, um argentino radicado na Itália, em construir e projetar o seu próprio super-carro, começou a tornar-se realidade em 1988 quando os primeiros rascunhos do “Projeto C8″ foram mostrados pela primeira a vez ao amigo e conterrâneo Juan Manoel Fangio, pentacampeão mundial de Fórmula 1. O carro era para ser chamado de Fangio F1 como tributo ao grande campeão, o que mostrava o respeito que Horacio nutria por ele. Em 1992, ele começou a construir um protótipo e o primeiro modelo foi testado no túnel de vento de Dallara no ano seguinte. Os resultados positivos obtidos marcaram o início de um longo período de design e definição dos pormenores construtivos. Foi nesta altura que Fangio apresentou Horacio à Mercedes-Benz, empresa com a qual estava ligado devido à sua série de vitórias históricas na Formula 1.
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A empresa alemã logo percebeu que o projeto valia a pena e, em 1994, acordou oficialmente o fornecimento do seu poderoso motor V12 para equipar o bólido. O resultado desse acordo seria um dos mais belos e eficientes conjuntos do planeta. Depois de mais de 4 anos de trabalho árduo, Horacio obteve o “type approval” para a versão aberta do cupê do Projeto C8. Finalmente o primeiro PAGANI ZONDA C12 foi apresentado em 1999 no Salão de Genebra. Feito em fibra de carbono, o bólido acelerava de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, atingia velocidade máxima de 345 km/h e tinha frenagem de 200 a 0 km/h em apenas 4,4 segundos. O carro é inspirado no Mercedes Group C Silver Arrows.

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Após a morte de Juan Manuel Fangio em 1995, Horacio não se atreveu a chamar o carro de Fangio F1. Decidiu por adotar o nome de ZONDA, nome de um vento forte, seco e quente que sopra dos Andes argentinos a mais de 200 quilômetros por hora, em respeito ao grande homem. Nem bem foi lançado no mercado e o Zonda se transformou num sucesso. Jornalistas especializados e a própria concorrência reconheceram no superesportivo um verdadeiro puro-sangue. Desde a sua primeira aparição, ficou muito claro que não era apenas uma aventura, um dos numerosos protótipos destinados a permanecer como carro conceito, mas um sonho que foi transformado em uma brilhante realidade. Os pedidos começaram a crescer, e com a capacidade diminuta da pequena montadora, aliada a produção artesanal de cada modelo, o tempo de espera por um PAGANI ZONDA era enorme. Em 2005, a montadora italiana anunciou um aumento em sua capacidade produtiva, e finalmente em 2007, ingressou oficialmente no mercado americano. Recentemente a ligação com a divisão AMG da Mercedes-Benz para o fornecimento de motores foi intensificada, com o desenvolvendo de um motor exclusivo, o ME 158, que estreará em 2010. Por motor exclusivo, entenda ainda mais potente e fantástico.
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-Os objetos de desejo
Atualmente, além de possuir uma produção extremamente restrita a poucas unidades por ano, a PAGANI, possui uma pequena linha de automóveis disponíveis a raros mortais que possuam milhões de dólares para comprá-los:

PAGANI ZONDA F
Com seus 4.435 metros de comprimento, por 2.055 metros de largura e 1.141 metros de altura, o Zonda F é um carro para apenas duas pessoas, aliás, duas privilegiadíssimas pessoas. Em compensação, debaixo do capô, há uma “superpopulação de cavalos”. O motor Mercedes-Benz AMG 12 cilindros em V e 48 válvulas rende nada menos do que 659 cv, que conduzem os dois mortais privilegiados citados anteriormente ao Nirvana automotivo. Sua produção é restrita a no máximo 25 unidades por ano.
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PAGANI ZONDA ROADSTER
Produzido em uma edição limitada de 40 unidades, completamente feitas à medida, o Zonda Roadster reflete a filosofia PAGANI: une as tecnologias mais inovadoras com o carinho do trabalho artesanal. O modelo foi concebido em torno de idéias verdadeiramente inovadoras e tecnológicas, com especial atenção para a segurança, dando exclusividade a seu acabamento exemplar. A personalização do produto, exclusividade da pequena montadora italiana, é realizada de acordo com a escolha do proprietário do carro. A escolha de materiais como o couro PAGANI, feito pela própria equipe de artesãos, ou componentes em alumínio e fibra de carbono. O resultado é uma convergência de olhares, elementos estéticos, aromas e sons que coincidem com o bom gosto e a personalidade do condutor. Cada modelo é um extraordinário e muito pessoal objeto de desejo com sua própria história: “um carro com alma”.
PAGANI ZONDA ROADSTER F
A pequena montadora orgulha-se em desvendar o Roadster F, uma nova jóia na família Zonda. Feito à mão, construído no Atelier Pagani, limitado em 25 unidades, o modelo oferece a excelente condução e desempenho do F Coupé, reforçada pelo prazer de dirigir com uma suave brisa nos cabelos, graças a um teto original feito de fibras de carbono e tecidos (removível em poucos segundos). A Roadster F mostra a forma sinuosa e aerodinâmica da carroçaria, proeminência das arestas e linhas elegantes, o que faz denotar, à primeira vista, seu extraordinário potencial O modelo não é um carro de corrida. É sim uma jóia artesanal feita na Itália, uma vertigem de emoções, uma obra-prima para os conhecedores que gostam de conduzir depressa. Muito rápido. Como o coração batendo dentro de sua alma. O mais rápido, mais exclusivo, mais poderoso e mais caro Roadster no
mundo.

PAGANI ZONDA S 7.3
É equipado com um motor AMG Mercedes-Benz, 7.3 litros, 12 cilindros com 555 HP (408 kW) e 750 Nm de torque a 4050 RPM. Este motor é projetado e construído artesanalmente, dedicado aos mais altos padrões tecnológicos.
PAGANI ZONDA R
O mais novo supercarro construído pela montadora, tem 90% de peças novas em relação ao seu antecessor, o Zonda F. O superesportivo é equipado com um poderosíssimo motor V12 de 6.0 litros, que desenvolve nada menos que 750 cv de potência máxima. O câmbio é seqüencial AMT de seis velocidades, com troca de marcha feita por mei1 de alavancas no volante. O primeiro carro da série ficará com a fábrica, em uma sala feita de fibra de carbono, titânio e avional, com som ambiente do motor do carrão gritando alto em Nürburgring e Le Mans. Quem puder pleitear o prazer de dirigir esta obra-prima, apenas 16 unidades serão construídas, terá de desembolsar 1.8 milhões de euros, sem contar os impostos.-
 
PAGANI ZONDA AVIONAL 1:5
Exclusiva série limitada do modelo Zonda F. Construído a partir de um bloco Avional de 162 kg, o modelo finalizado gira em torno de 26 kg e reproduz em cada detalhe o Zonda F na versão Roadster, em uma escala de 1:5. A montagem é realizada com base nos desenhos originais da produção do veículo. Cada detalhe do carro está acabado meticulosamente, desde os spoilers, os pneus, os freios e os espelhos, todos nos mínimos detalhes. As delicadas peças exigem 7 dias de trabalho qualificados pela mão de um perito artesão. Estas operações serão realizadas por 50 vezes, exatamente como aconteceu com o carro real, 25 Coupé e 25 Roadsters serão construídos. Os modelos em miniatura transportam os números de chassis dos seus homólogos em tamanho natural, que serão gravados em um tag ao lado do nome do proprietário e do tipo do modelo. Cada miniatura é acompanhada de um certificado de autenticidade e uma dedicação, assinada por Horacio Pagani. A base opcional estilizada por Modena Design é feita no tecido de fibras de carbono Zonda. O pacote é completado por uma caixa de madeira, contendo, quer a escala do modelo ou a escala modelo com a base de fibras de carbono. O modelo Zonda Avional 1:5 é vendido com um exemplar original do projeto na folha mostrando a planície de 4 vistas do carro, como um presente especial. Esta folha preciosa, tamanho 840 x 594 mm, é a mesma utilizada dentro do Centro de Estilo Pagani Automobili. A impressão a cores mostra a vista lateral do carro e a visualização do projeto 3D. Ambas as impressões são no tamanho 840 x 594 mm e assinado por Horacio Pagani.
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O gênio por trás da marca
 
Horacio Pagani teve (e continua tendo) uma vida surpreendente. Sua paixão por carros, velocidade e design surgiu muito cedo e, com 12 anos de idade, ele passou a mostrar seu talento com os modelos de super carros esculpidos em madeira ou modelados em argila. Horacio fez sua estréia no mundo das corridas de automóveis quando tinha 20 anos, projetando um F3 que competiu na Argentina sob as cores da equipe oficial Renault. Depois veio um grande número de projetos em design industrial, o que fez com que tivesse um acelerado aprendizado, combinando uma mistura de criatividade e uma maníaca busca por perfeição. Ele conheceu Juan Manuel Fangio, seu herói na infância, que se tornou a pessoa certa para iniciá-lo em Modena, cidade que a “casa” de lendas como Ferrari e Lamborghini.
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Foi o engenheiro Alfieri que cedeu ao jovem Horacio o espaço para expressar sua imaginação e destreza manual. Começou como mecânico de terceiro nível no departamento de carroçaria da Lamborghini, mas foi rapidamente promovido a gerente do departamento de um novo material composto. Participou de todos os projetos importantes daqueles anos: a LMA Jeep, a re-estilização do Jalpa, o desenho da Countach Evoluzione (o primeiro carro do mundo com chassis cem por cento de carbono), o Golf Caddy e o Countach 4 válvulas. Em 1988, Horacio criou a Pagani Composite Research, que realizou vários projetos, incluindo a re-estilização do Countach, para os quais a empresa também forneceu os detalhes finais em materiais. Naquela ocasião, Pagani trabalhou com a equipe que projetou o Diablo, o Lamborghini P140. Em 1992, ele fundou a Modena Design, empresa que visava atender a enorme demanda por serviços de design, engenharia, construção de modelos, moldes e protótipos. Horacio Pagani transmitiu ao seu grupo sua própria paixão e rigor dos métodos de trabalho, conseguindo um compromisso difícil entre a arte e a tecnologia.